Pages

Mostrando postagens com marcador MusiTeca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MusiTeca. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de março de 2011

Chris Brown quebra camarim após entrevistadora mencionar Rihanna

MusiTeca

Cantor participou do programa 'Good morning America' nesta terça (22).
Apresentadora insistiu em perguntas sobre caso de agressão em 2009.

Chris Brown saiu descontrolado do estúdio de um programa de TV nesta terça-feira (22). O rapper quebrou a janela de seu camarim quebrada, depois de ser perguntado sobre sua agressão à cantora Rihanna em 2009.

Chris Brown e Robin Roberts (Foto: AP)

Chris Brown com a apresentadora Robin Roberts durante a gravação do "Good morning America" nesta terça-feira (22). (Foto: AP)

Brown, de 21 anos, que vem se esforçando para reparar sua imagem depois de dar socos em sua então namorada dois anos atrás, evitou perguntas sobre o incidente em entrevista que deu ao programa "Good morning America" da rede ABC.

Depois da entrevista e de fazer uma apresentação para divulgar seu novo álbum, "F.A.M.E", Brown entrou em seu camarim, furioso, e começou a gritar, levando funcionários a chamar a segurança, segundo relato da ABC News.

O cantor então saiu do estúdio da TV sem camisa. Funcionários encontraram uma janela do camarim quebrada e cacos de vidro espalhados sobre a calçada abaixo, segundo a emissora.

Cantor de R&B que fez sucesso com "No air" e "Run it!", Brown passou por terapia ordenada por um tribunal, voltada à violência doméstica, e foi sentenciado a seis meses de serviços comunitários depois de se confessar culpado de agredir Rihanna em fevereiro de 2009.

Mas, quando perguntado sobre o incidente no "Good morning America", ele pareceu ficar irritado e respondeu: "Essa situação já não é uma coisa importante para mim. Acho que já superei isso. Hoje é dia do álbum, estou focado nisso".

A ABC News disse em comunicado: "Como sempre, fizemos perguntas que são relevantes e merecem ser notícia, e foi o que fizemos nesta entrevista com Chris Brown."

Fonte: G1.com

domingo, 20 de março de 2011

Novas Músicas no Cenário Nacional

MusiTeca

Não Posso Negar Que Te Amo  - Banda Calypso (Participação Reginaldo Rossi)

Amar Não é Pecado (Luan Santana)

E, ainda, o lançamento do novo clipe OFICIAL da cantora Stefhany, MENINO SEXY

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Lady GaGa lançará dois videoclipes para a faixa "Born This Way"

Lady GaGa lançará dois videoclipes para a faixa "Born This Way"

Os fãs que estão ansiosos para conhecer o novo clipe de Lady Gaga agora têm motivos em dobro para criar expectativas.

A cantora revelou durante uma participação no programa americano "The Gayle King Show" que, além do vídeo oficial de "Born This Way", que será lançado na próxima segunda-feira (28), ela está produzindo uma segunda versão do clipe, que também contará com uma letra um pouco diferente.

Gaga explicou que o segundo filme tem o objetivo de apoiar as causas de uma organização antibullying. O vídeo e a versão alternativa da canção estarão disponíveis na loja virtual iTunes e parte do dinheiro das vendas será revertido para o combate deste tipo de violência.

Lady GaGa divulgou através de sua página no Twitter o clipe da faixa "Born This Way".
Durante aproximadamente dois minutos (o vídeo completo tem cerca de sete minutos de duração) a cantora conta a história do nascimento de uma raça livre e desprendida de julgamentos e sua luta contra a maldade.

Assista ao clipe de "Born This Way":

15 Anos sem mamonas.


mamonas-assassinas-desenho-1a43c

Na próxima terça-feira, dia 01, completará 15 anos em que os integrantes dos Mamonas Assassinas nos deixaram. Relembre conosco, no post abaixo, um pouquinho mais sobre o grupo.

Curiosidades

mamonas p site

- A história do grupo tem início no final dos anos 80, mas especificamente em 1989. Na época, Sérgio Reoli, então funcionário da empresa Olivetti, conhece Maurício Hinoto, irmão de Bento Hinoto.

- Mauricio, sabendo que Sérgio tocava bateria, decide apresentá-lo ao irmão. A química foi tal, que semanas depois, eles já planejavam a criação de uma banda.

-Ainda no contexto, Samuel Reoli, irmão de Sérgio, é escalado para assumir o baixo. Nascia a partir de então, a primeira formação do chamado “Utopia”.

-O grupo, nada mais era, do que uma banda especializada em covers da Legião Urbana, Titãs e Rush.

- Durante uma das apresentações, realizada em julho de 1990, os músicos entrariam em contato com Alecsander Alves (Dinho). Ele por sua vez, se comprometera a subir ao palco para cantar “Sweet Child O’ Mine”, do Guns N’ Roses.

mamonas-assassinas-hg-20100105

- Através de Dinho, os demais integrantes conheceriam Júlio Rasec, que viria a ser o tecladista do Utopia.

- Paralelamente a isso, o “Utopia” passa a se apresentar na periferia da cidade de São Paulo. Aos poucos, seus membros decidem abandonar os covers, introduzindo uma série de parodias nos shows.

- Pouco após o lançamento do primeiro e único disco, entram em contato com o produtor Rick Bonadio. Aconselhados por ele, aliás, decidem mudar o nome do grupo para “Mamonas Assassinas do Espaço”.

- Felizmente a ideia não vingou, e o nome adotado passou a ser “Mamonas Assassinas”.

- Alguns dias depois, o grupo decide, enfim, enviar uma fita demo para as gravadoras Sony e Emi. No material, estavam contidas as músicas “Robocop Gay”, “Jumento Celestino” e “Pelados em Santos”.

- Foi João Augusto Soares, então diretor artístico da EMI, o responsável pela contratação dos músicos.

- Produzido por Rick Bonadio, é lançado então, o primeiro e único álbum dos Mamonas Assassinas. O trabalho seria composto de 14 faixas. Entre as principais estavam: “Pelados em Santos”, “Chopis Centis”, “Mundo Animal”, “Robocop Gay” e “Lá Vem o Alemão”.

- O disco ainda contaria com a chamada “Vira-Vira”, uma espécie de “homenagem” ao cantor português Roberto Leal.

- No auge do sucesso, a banda passaria a se apresentar em diversos programas da TV. Entre os principais estavam o “Domingo Legal” (SBT) e “Domingão do Faustão” (Globo). Na atração de Gugu Liberato, os músicos ainda participariam da chamada “Prova da Lama”.

- Com o sucesso conquistado, os Mamonas seriam convidados para uma série de apresentações em Portugal.

- Como se sabe, as apresentações não aconteceram. Dinho e os demais integrantes acabariam falecendo em um trágico acidente aéreo, no dia 02 de março de 1996.

- Após a tragédia, diversas seriam as homenagens prestadas ao grupo. Uma delas, aliás, realizada com propriedade pelos Titãs.

Formação

afcb78d259b0d250f10e0a79a1d00f65648

Alecsander Alves (Dinho): Vocal

Bento Hinoto mamonas assassinas

Alberto Hinoto (Bento Hinoto): Guitarra, violão e vocal de apoio.

julio rasec

Júlio César (Júlio Rasec): teclados e vocal de apoio.

samuel_Reoli

Samuel Reis de Oliveira (Samuel Reoli): baixo e vocal de apoio.

Sérgio Reoli mamonas assassinas

Sérgio Reis de Oliveira (Sérgio Reoli): bateria e vocal de apoio.

Espero que tenham gostado!

Postado por: @1leeocunha

sábado, 16 de outubro de 2010

Novo DVD do Michael Jackson trará todos os videoclipes de sua carreira


michael_jackson01

Todos os videoclipes que marcaram a super consagrada carreira do rei do pop Michael Jackson serão lançados pela primeira vez em DVD, as 40 faixas que compõe a obra serão divididas em uma caixa com três DVDs, as quais serão lançadas no dia 22 de novembro, sob o título Michael Jackson’s Vision.

Entre os clipes estão presentes a versão integral de Thriller (clipe considerado o mais influente da história da música pop), Bad, Black and White, o inédito One More Chance, entre outros, em 2009 o espólio de Jackson já havia lançado o longa-metragem This Is It, que reunia os ensaios de uma turnê que não chegou a ocorrer.

Por: @1leeocunha


quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Músicas


Eminem lança o clipe da música "No Love" com o rapper Lil Wayne


O clipe de Eminem fala sobre "bullying"

Eminem estreou nesta semana o clipe de "No Love", o terceiro single do disco "Recovery". O vídeo conta com a participação do rapper Lil Wayne.

Este é o single que substitui "Love The Way You Lie", grande sucesso do álbum "Recovery" com a participação da cantora Rihanna que alcançou o primeiro lugar das paradas norte-americanas.

O vídeo de "No Love" trata sobre o "bullying", agressão física e psicológica pelas quais muitas crianças e adolescentes passam durante o período escolar.

O single chega às lojas virtuais a partir do dia 5 de outubro. Confira abaixo o vídeo de "No Love".

Segue abaixo o link do clipe.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=KV2ssT8lzj8
____________________________________________________________________

Glee pode ter episódio sobre suicídio de jovem gay nesta temporada


O ator Chris Colfer é abertamente gay e interpreta um personagem também homossexual em "Glee"


O elenco da série musical "Glee" anunciou neste domingo, durante um evento beneficente para o tratamento de pessoas que sofreram abuso sexual, que o programa pretende abordar outro tema sério: o suicídio de jovens homossexuais.

Este assunto voltou a ser tratado pela mídia no final de setembro quando o americano Tyler Clementi, de 18 anos, se suicidou após ter sua intimidade exposta na internet por seu colega de quarto, Dharun Ravi.

Dahrun e uma amiga, Molly Wei, filmaram clandestinamente o encontro íntimo de Tyler com outro rapaz e divulgaram o vídeo pelo Twitter. Ambos os jovens, de 18 anos, foram indiciados por invasão de privacidade e devem enfrentar acusações de discriminação sexual, informa a imprensa norte-americana.

O ator Matthew Morrison, que interpreta o professor Will Schuester em "Glee", disse que o criador da série, Ryan Murphy, pretende abordar este tema em um capítulo ainda nesta temporada do programa.

"Como membro do elenco ainda não sei muito o que podemos fazer. Por isso acho que um episódio seria ótimo... Ryan [Murphy] quer se manter atual com o assunto, então se o episódio acontecer será nesta temporada", disse Matthew Morrison.

Outro membro do elenco que apoia a ideia é Chris Colfer, ator abertamente gay que interpreta o personagem Kurt Hummel em Glee, também homossexual.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

O Ritmo Calipso


Calipso é um estilo musical afro-caribenho que surgiu em Trindad e Tobago no século XIX. O estilo, juntamente com o mento da Jamaica e o jump blues dos Estados Unidos em meados dos anos 50, influenciou o surgimento do ska, e depois o reggae. Há quem diga que ele na verdade veio direto do reggae (o que é errado, já que o estilo jamaicano surgiu no fim dos anos 60), possuindo o nome de "afro-reggae" no começo com base rítimica forte que faz as vezes melodias do reggae de forma sutil no batuque do ska, por meio de surdos e tambores, sendo um derivado da música Jamaicana de sucesso.
O Calipso é originário de Trinidad, a partir da trama de tambores daquela região, durante as manifestações populares, principalmente durante o carnaval caribenho. As raízes dessa música remetem à chegada dos escravos africanos, que, não podendo conversar uns com os outros, comunicavam-se pela música. No final do século XX, o Calipso passou a fazer sucesso de diversas formas no mundo inteiro, criando versões totalmente diferentes. Em Moçambique o Calipso também recebeu infûencias afro-portuguesas.
Esse hábito construiu entre os escravos um senso de comunidade desde os tempos de escravidão. Com a chegada da música francesa, espanhola e inglesa à ilha, os hábitos mudaram. Os franceses trouxeram o carnaval, no qual muito tempo depois as competições de Calipso ganharam muita popularidade, principalmente com os movimentos negros que foram amplamente divulgados a partir da década de 1980.
Enquanto a maior parte dos especialistas atribui raízes africanas ao Calipso, num livro escrito em 1986 intitulado "Calypso from France to Trinidad, 800 Years of History" (Calipso: da França para Trinidad, 800 anos de história) o Calipso veterano "The Roaring Lion" (Rafael de Leon) afirma que o Calipso descende da música medieval dos trovadores franceses.
Reza a lenda do tambor de aço (instrumento percussivo bastante utilizado no calipso) que, na Segunda Guerra Mundial foram deixados bidons de gasóleo, que serviam para abastecer as aeronaves, entretanto, os nativos pensaram que aqueles bidons poderiam servir para mais alguma coisa se não causar poluição. Então, pegaram nos bidons e fizeram alvéolos circulares, e assim se constituíram o tambor de aço (steel drums), da categoria dos idiofones. Mas na verdade o instrumento foi criado pelos afro-descendentes jamaicanos da ilha de Trinidad como forma de comunicação entre os negros escravizados e foram subseqüentemente declarados ilegais pelo governo colonial britânico em 1883, com receio de que os ilhéus pudessem organizar rebeliões através da comunicação sonora. Os negros também utilizavam os tambores de aço durante a celebração da terça-feira gorda, festividade trazida às ilhas de Trinidad e Tobago pelos franceses.
O Calipso, é um estilo musical muito alegre, que se costuma tocar no carnaval, com várias acentuações e ritmos sincopados. As harmonias são muito simples utilizando-se os acordes da tónica, sub-dominante e dominante. Os franceses trouxeram o carnaval, no qual as competições do Calipso ganharam muita popularidade, principalmente após a proibição da escravatura em 1834. O Calipso, influenciando a música Jamaicana dos anos 1970 em alguns géneros musicais como o reggae rap ou reggae swing, pode apresentar variações nítidas no estilo.
Uma boa fonte de pesquisa dos anos em que esse ritmo fez sucesso na Jamaica, são as coletâneas lançadas pelo selo Trojan records como Trojan calypso box set (vol 01, 02 e 03)
------------------------------------------------------------------------------
No Brasil o ritmo ficou conhecido graças a banda de mesmo nome, criada por Joelma e Chimbinha. Vindos do Pará, eles conquistam cada vez mais fãs por onde passam.

Visitem o blog cavalomanco100.blogspot.com/ e saibam mais sobre a banda.

Rock in Rio de 1985: O Brasil abraça o Rock.

Pra quem tem menos de trinta anos fica difícil imaginar o que aconteceu em janeiro de 1985. Um festival de rock com mais de dez atrações internacionais de peso? Isso era um sonho, esse tipo de coisa a gente ficava sabendo que acontecia na Europa ou nos Estados Unidos, mas aqui no Brasil... Só dava pra acreditar na hora, na fila de entrada e com o ingresso na mão.

A situação era a seguinte: durante os anos setenta e começo dos anos oitenta pouquíssimos artistas ou bandas estiveram por aqui, tivemos alguns shows memoráveis de soul e jazz, mas o mundo do rock era um mercado quase inexplorado e acima de tudo desacreditado comercialmente. Sem falar da dificuldade que era produzir um show de grande porte. Simplesmente ninguém tinha esse know-how e shows com péssima organização e qualidade de som ainda pior, era comum, quem se lembra de Van Halen (alto demais) e Kiss (baixo demais) sabe como era.

Aliás, os poucos que se aventuraram aqui na selva antes do rock in rio ficaram com um lugar especial no coração dos fãs brasileiros. Nos anos setenta os heróis foram Alice Cooper, Joe Cocker, Rick Wakeman, Peter Frampton, Santana e Genesis, que deixou o público boquiaberto pela qualidade do som e simpatia de Phil Collins que conversava com a platéia em português durante toda a apresentação. E nos anos oitenta Kiss, Queen, The Police, Van Halen e de novo Frampton e Wakeman. A falta de informação era tão grande que antes do show do Kiss tinha muita gente que jurava que eles iriam matar animais no palco, e que o ponto alto da carnificina era quando Gene Simmons pisoteava pintinhos com suas enormes botas...Justo o Kiss, imagina...

Mas a hora de lavar a alma tinha chegado, meses antes do festival as atrações iam sendo confirmadas pouco a pouco: Iron Maiden, Queen, Rod Stewart, Ozzy, Scorpions, AC/DC, Yes, Def Leppard, era muito pra cabeça de qualquer rockeiro carente, não dava pra acreditar, tudo ao mesmo tempo era demais.

O mais incrível era que o momento não podia ser melhor, nos dois anos anteriores o rock tinha explodido no país com a Blitz, Titãs, Barão Vermelho, Paralamas, enfim, toda a primeira safra do rock brazuca dos anos oitenta, ouvir rock não era tão comum desde a época da jovem guarda. Além do mais quase todas as atrações internacionais estavam em ótima fase, fazendo turnês de discos bons e de sucesso, inclusive os últimos discos realmente bons em sua maioria. O empresário Roberto Medina, que criou o Rock in Rio, teve essa percepção e agiu na hora certa.

Dias antes do show, já com a programação fechada e devidamente anunciada na impressa o Def Leppard é obrigado a cancelar seus shows, o baterista havia acabado de sofrer o famoso acidente que fez com que ele perdesse o braço esquerdo. Para substitui-los foi chamado o Whitesnake, todos manjavam David Coverdale, mas a banda ainda era meio desconhecida no Brasil.

Finalmente a agenda de shows saiu:

11/01 (sexta feira):
Ney Matogrosso
Erasmo Carlos
Baby e Pepeu
Whitesnake
Iron Maiden
Queen

12/01 (sábado):
Ivan Lins
Elba Ramalho
Gilberto Gil

Al Jarreau
James Taylor
George Benson

13/01 (domingo):
Paralamas do Sucesso
Lulu Santos
Blitz
Nina Hagen
Go Go's
Rod Stewart

14/01 (segunda feira):
Moraes Moreira
Alceu Valença
George Benson
James Taylor

15/01 (terça feira):
Kid Abelha
Eduardo Dusek
Barão Vermelho
Scorpions
AC/DC

16/01 (quarta feira):
Paralamas do Sucesso
Moraes Moreira
Rita Lee
Ozzy Osbourne
Rod Stewart

17/01 (quinta feira):
Alceu Valença
Elba Ramalho
Al Jarreau
Yes

18/01 (sexta feira):
Kid Abelha
Eduardo Dusek
Lulu Santos
B-52's
Go Go's
Queen

19/01 (sábado):
Baby e Pepeu
Whitesnake
Ozzy Osbourne
Scorpions
AC/DC

20/01 (Domingo):
Erasmo Carlos
Barão Vermelho
Gilberto Gil
Blitz
Nina Hagen
B-52's
Yes

O que todos estranharam era a mistura quase que aleatória de estilos, era óbvio que Medina e sua equipe não sabiam nada de rock e não acharam as pessoas certas pra dar às coordenadas de quem deveria tocar com quem, e a escolha de Nina Hagen e Go Go's eram praticamente inexplicáveis. Mas estava tudo ótimo, a enorme estrutura construída especialmente para o festival estava pronta, tinha chegado à hora.

Ney Matogrosso foi escalado pro pontapé inicial, sua experiência de mais de dez anos de palco, figura exótica e inúmeros hits poderiam facilmente cativar o público. Não foi bem o que aconteceu, o show acabou sendo um tanto sem graça, eficiente para um lugar menor, mas não para um público daquele tamanho. O que ficou na memória foram as constantes trocas de roupa de Ney em pleno palco, ousadíssimo pra época. Em seguida nossa instituição Erasmo Carlos teve que encarar as feras e acabou se dando mal, a mistura de visual metaleiro totalmente fora de propósito com músicas pop inocentes que ele vinha fazendo na época não agradou nem um pouco, especialmente aos sedentos fãs do Iron, o resultado foi, além da vaia tradicional, uma chuva de pedrinhas que cobriam o chão da pista. Baby e Pepeu apelaram pro agito e solos pesados de guitarra, a galera engoliu sem muita vontade, mas a essa altura não ser vaiado já estava ótimo.

Whitesnake, a grande surpresa, simplesmente deixou o público pasmo, a banda realmente não era muito conhecida no Brasil e mesmo sem nenhum grande sucesso dominou o público com sua performance e músicas poderosas, seu ultimo álbum, Slide It In acabou se tornando o grande clássico da banda. O guitarrista John Sikes causou furor entre a mulherada e foi dito na época que dispensou Sônia Braga nos bastidores...O cara estava podendo.

A única banda internacional que só tocou uma vez foi o Iron Maiden que veio para o evento em plena turnê norte-americana, show aguardadíssimo pela massa de cabeludos. A banda em ótima fase, logo após lançar o disco Powerslave, como sempre foi extremamente competente deixando todo mundo mais que satisfeito.

Depois da passagem apoteótica do Queen em 1981 a expectativa era grande, tinham acabado de lançar um bom álbum, aliás, o último bom, The Works. Não poderia ter sido diferente, a quantidade de sucessos foi avassaladora, a atuação primorosa como sempre, desbunde total.

Segundo dia, público mais adulto e mais tranqüilo, prato cheio para Ivan Lins que acabou deixando a oportunidade passar, perdeu a voz aos vinte minutos de show, e terminou a apresentação na metade, a platéia não ficou nem um pouco feliz. Surpreendentemente Elba Ramalho deu conta do recado, na base do frevo e da agito sem limites acabou agradando. Todo mundo pulou, dançou, suou e se divertiu. O nervosismo atrapalhou um pouco Gilberto Gil que parecia tenso e acabou não dando tudo de si.

Al Jarreau tinha emplacado um ou dois sucessos nos dois anos anteriores o que não foi o suficiente pra garantir um grande show, passou batido.

O que ninguém esperava era que James Taylor, que andava meio sumido e não gravava a quatro anos, se tornasse uma das sensações do festival. Show impecável, carisma e simpatia foram à fórmula perfeita pra conquistar a imensa platéia que delirou com seus clássicos, cantando e dançando de rostinho colado todas as músicas. Se existe a tal da "troca de energia" entre público e artista de que tanto falam ela aconteceu como nunca naquele sábado. A repercussão do show pelo mundo foi tão grande que sua carreira decolou de novo com seu disco seguinte.

George Benson não tinha como não agradar, muitos sucessos, músicos excepcionais, domínio de palco e público. Claro que depois do sucesso surpreendente de Taylor seu show acabou sendo um pouco ofuscado, mas agradou...Ivan Lins subiu no palco e deu uma canja pra se redimir.

Terceiro dia tranqüilo no Rock in Rio, música pop e new wave com bons shows de Paralamas, Lulu e Blitz.

Não se sabe por que, mas Nina Hagen e Go Go's eram anunciadas como grandes nomes da new wave. Ninguém conhecia nenhuma de suas músicas, o que acabou fazendo com que o fraquíssimo show das sacolejantes Go Go's fosse quase ignorado pela platéia, com certeza o pior show do evento. Por incrível que pareça Nina Hagen foi um sucesso, causou grande impacto com seu visual e voz operística, a imprensa sempre querendo estar um passo à frente, adorou...Achou tudo moderníssimo. Do dia pra noite Nina ficou famosa no Brasil.

Rod Stewart fechou a noite em grande estilo, a essa altura de sua carreira a quantidade de sucessos era absurda e público ouviu tudo o que queria de um animado Rod, "confesso que entrei no palco bastante alto no primeiro show..." confessou depois.

Como era de se esperar, segunda feira tranqüila e de pouco público, o menor do festival. Moraes Moreira e Alceu Valença agradaram bastante e George Benson e James Taylor repetiram suas performances eficientes, mas com a ordem dos shows trocada, Taylor fechou a noite.

Terça feira era um dia dos mais aguardados, Scorpions e AC/DC, expectativa total. Mais uma vez grande parte do público formado por rockeiros mais radicais que não estavam nem um pouco a fim de aturar Kid Abelha e Eduardo Dusek, mais uma falha da produção.

Kid Abelha só não foi vaiado porque a galera ainda estava descansada, além de tudo o baterista num acesso de "me segura que eu to doidão" fez um solo surpresa e interminável, teve que ser retirado pelo resto da banda pegou mal. Dusek não conseguiu terminar o show, saindo quatro músicas antes do final, realmente o termo "peixe fora d'água" se aplicava perfeitamente.

A apresentação do Scorpions prometia, tinham acabado de lançar um disco de grande sucesso, "Love At First Sting", e já não eram uma banda apenas conhecida por rockeiros mais fanáticos. Superaram todas as expectativas, show impecável, carisma, energia e empatia total com a platéia. Klaus Meine cantou enrolado na bandeira do Brasil, todos adoraram, unanimidade de crítica e público, saíram do palco consagrados."Still Loving You" virou uma das músicas mais tocadas no país naquele ano e o clipe da música "Big City Nights" acabou sendo gravado no Rio de Janeiro, deixando os fãs da banda orgulhosos.

Só mesmo o AC/DC pra segurar a bronca depois de um show tão marcante quanto o do Scorpions, como sempre tiraram de letra, arrasador, Angus Young enlouquecido, Brian Johnson no auge da forma, muitas músicas de sucesso, perfeito.

Pra coroar a noite Tancredo Neves havia acabado de ganhar de Paulo Maluf nas eleições indiretas, começando o processo de abertura política tão esperado. O curioso é que todos os jovens que estavam ali assistindo aos shows eram obviamente favoráveis a renovação, mas Tancredo, muito mal assessorado, dias antes do Rock in Rio soltou a pérola: "A minha juventude, a juventude por quem eu tenho apreço, respeito e admiração, não é a do Rock in Rio, é a do estudo, do trabalho, do sofrimento, da luta...". Perdeu uma boa oportunidade de ficar calado.

Quarta feira, mais um dia de misturas inusitadas, Moraes Moreira, Rod Stewart e Ozzy?Então ta bom...

Coube aos Paralamas a tarefa difícil do ponta-pé inicial, a banda ainda não tinha muitas músicas conhecidas e ainda teve que contar com a má vontade do fãs de Ozzy, mas mostraram segurança e competência saindo consagrados. Moraes e Rita Lee apenas conseguiram segurar a bronca, mas não chegaram a agradar.

Bom, chegava na hora tão aguardada, Ozzy Osbourne, ele não estava em sua melhor fase, tinha acabado de lançar o disco "Bark at the Moon" que era bom, mas estava gordo e sua voz mais fraca do que nunca. A competência da banda e a boa vontade da platéia não conseguiu tornar o show exatamente memorável, Ozzy mal se mexia, desafinava absurdamente e jogava baldes de água num público já molhado pela chuva que caía no momento da apresentação. Mesmo assim os metaleiros ficaram felizes, a carência de shows era tão grande que ver Ozzy ao vivo já era um sonho realizado.

Rod Stewart tocou pra quem queria realmente ver seu show, os fãs de Ozzy a essa altura já estavam indo embora do local. Melhor pra ele.

Quinta feira de muita chuva e muita lama. Mais shows de Alceu, Elba e Al Jarreau e o aguardadíssimo Yes. Pra muita gente a banda tinha se vendido, estava fazendo um som comercial sem nenhum valor, mas a verdade é que o Yes vivia uma fase de renovação, o disco "90125" era ótimo e independente da vontade dos fãs era um estrondoso sucesso de vendas. Debaixo de um dilúvio o grupo deixou todo mundo feliz com sua atuação pra lá de eficiente, lambuzados de lama alguns mais bicho-grilo gritavam: "Estou em Woodstock!!!..." momento histórico da falta de noção.

À noite de sexta feira era considerada a noite new wave, apesar do Queen ser a atração principal. Depois de sete dias de festival os músicos brasileiros estavam indignados com a diferença da qualidade de som em relação às atrações internacionais, o som das bandas gringas era mais limpo mais nítido e mais alto. Os boatos de sabotagem estavam rolando soltos e alguns resolveram protestar. Todos reclamaram do som, mas Lulu Santos foi além, insinuou que os brasileiros estavam sendo sabotados e simplesmente não terminava o show, tocando mais músicas que o combinado com a produção. Foi praticamente retirado a força do palco e ainda soltou: "Os americanos estão me mandando embora!", pegou mal, pra ele.

O engraçado é imaginar o pessoal do Queen ou do Yes achando necessário sabotar o Kid Abelha ou a Elba Ramalho. Depois do festival os técnicos brasileiros assumiram que nunca houve má fé dos gringos, na verdade os equipamentos sofisticados e supermodernos eram desconhecidos por aqui e simplesmente ninguém sabia operá-los direito, resultando num péssimo som pra maioria das bandas, especialmente as que tinham muitos instrumentos em sua formação, o que tornava a equalização ainda mais difícil.

À noite de sábado era a "noite do metal", adivinhem de quem era o show de abertura?Erasmo Carlos!Claro que ele ficou "doente" e foi transferido para o dia seguinte. O abacaxi ficou na mão de Baby e Pepeu que até seguraram a onda com muuuuuitos solos de guitarra de Pepeu Gomes.

O que veio a seguir foi o que o público já esperava: muito peso, muita bateção de cabeça e uma quantidade enorme de headbangers de outros estados e até de países vizinhos. As bandas mantiveram a qualidade de suas apresentações anteriores e todo saiu feliz.

Ultimo dia da maratona, dessa vez Erasmo tocou mais sossegado, sem nenhum acidente. Barão Vermelho fez um bom show, Cazuza foi nota dez e assim como os Paralamas também saíram consagrados do festival. A Blitz fez o ultimo show de sua carreira, B-52's repetiu a apresentação divertida de dias antes e o Yes fechou tudo no clima apoteótico que o evento merecia.

A repercussão de todo o festival foi tão grande que o Rock in Rio ganhou fama no mundo todo, quase todas as bandas citam até hoje o impacto que foi vir para o Brasil sem saber o que iriam encontrar e acabar se deparando com platéias de mais de duzentas mil pessoas. Realmente um marco na história dos festivais de rock, mais de um milhão de pessoas compareceram ao evento que consumiu em sua produção cerca de doze milhões de dólares.

A quantidade de shows internacionais no Brasil aumentou assustadoramente, os técnicos e promotores adquiriram o know-how necessário para não fazer feio e até a vendagem de discos aumentou naquele ano. Roberto Medina deu autógrafos, foi abraçado, beijado e não faltaram pedidos da moçada para que ele se candidatasse para algum cargo político, não se pode negar que realmente sua iniciativa botou o país na rota das grandes bandas.

O Rock in Rio ainda rola de vez em quando, até Lisboa já teve o seu, o engraçado é que até hoje os organizadores ainda não aprenderam a combinar as atrações certas umas com as outras...Será que um dia eles aprendem?

Fonte: whiplash

quinta-feira, 3 de junho de 2010

ROCK ENTRE LINHAS


HOJE POSTAREI ALGUMAS DICAS DE LIVROS. OS ASSUNTOS DESTACADOS SÃO BEM INTERESSANTES PARA OS AMANTES DO BOM E VELHO ROCK.



Neste Almanaque do Rock o leitor encontra mais de 50 anos de história do bom e velho rock and roll, tudo sob a chancela do bom e velho Kid Vinil. De Chuck Berry a Radiohead e Muse, Elvis a Nirvana, Beatles a Oasis, Kiss a Pistols, está tudo aqui.






ALMANAQUE DO ROCK
Kid Vinil
(Ediouro)
Número de Páginas : 248
Altura : 23 cm
Largura : 20,8 cm



Se na década de 50, quando ele foi inventado por Chuck berry e Elvis Presley, significava uma fusão da country music e do rhythm’n’blues, hoje essa definição pode ser muito mais ampla. Com o passar dos tempos, o rock agregou elementos do jazz, da música clássica, do folk e da world music, entre outros.


Hoje o rock deita e rola na era digital, usando samplers, instrumentação eletrônica e muitos computadores. Mas uma coisa é importante ressaltar: o rock and roll nunca perdeu a sua rebeldia, o seu jeito de “entrar com o pé na porta”.


Você sabia que...


As raízes do rock and roll provêm de fontes variadas, como do blues tradicional, do Rhythm & Blues (R&B) e da música country, e que teve seu modelo criado pela primeira geração de rockers, como Chuck Berry, Elvis Presley, Little Richard, Jerry Lee Lewis, Bill Haley, entre outros?


Jerry Lee Lewis se casou com a sobrinha em segundo grau antes da assinatura do divórcio do casamento anterior, arruinando, com isso, sua carreira?


No Brasil, as primeiras gravações de rock and roll foram feitas por cantores populares, como Nora Ney, Cauby Peixoto, Agostinho dos Santos, Dolores Duran e Elis Regina, entre outros?


O Monterey Pop Festival é considerado o precursor do movimento hippie e se tornou modelo para grandes festivais futuros, como o de Woodstock?


Muitos consideram o Sex Pistols a primeira banda de punk inglesa, mas que o Clash é a banda que realmente pode ser considerada a verdadeira banda punk britânica?


Vimana foi uma banda brasileira dos anos 1970 que tocava rock progressivo e teve entre seus integrantes Lobão, Lulu Santos e Ritchie?


Descubra muito mais no Almanaque do rock!


Mini-site do Livro
www.ediouro.com.br/almanaquedorock


---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


BANDA AC/DC






Em A história da banda AC/DC – Let There Be Rock, Suzan Masino traça a história da banda, desde seus primórdios, na Austrália, a detalhes da trágica morte de Bon Scott. Ela também conta como foi a escolha do novo frontman, Brian Johnson, e os bastidores do álbum divisor de águas da história do rock, Black in Black, o segundo mais vendido da história.




+ livro rock

LET THERE BE ROCK

A verdadeira história do AC/DC



A jornalista especializada em música Suzan Masino acompanhou a carreira do AC/DC desde seu inicio nos anos 1970. Para escrever este livro, ela recorreu ao seu vasto arquivo de entrevistas feitas em primeira mão e também a novas entrevistas com outros músicos e amigos da banda. Para o trabalho, foram entrevistados além dos integrantes da banda, personalidades como Keith Emerson (tecladista da banda Emerson, Lake & Palmer), Dave Evans (primeiro vocalista do AC/DC), Raymond Windlow (roadie da banda), e outras pessoas envolvidas com a história do grupo.

Em A história da banda AC/DC – Let There Be Rock, a autora traça a história da banda, desde seus primórdios, em Sydney, Austrália, além de detalhes como a trágica morte do vocalista Bon Scott, em 1980. Ela também conta como foi a escolha do novo frontman, Brian Johnson, e os bastidores do álbum divisor de águas da história do rock, Black in Black, apontado pela RIAA (Recording Industry Association of America), orgão que controla o mercado fonográfico norte-americano, como o 2º álbum mais vendido da história.

Todos os capítulos do livro levam títulos das músicas que vão desde o primeiro albúm (High Voltage) até o 18º (Black Ice). A obra premia os leitores com um cartão de mais 50 fotos, discografia completa, relação dos singles americanos, australianos e britânicos, bem como os álbuns de estúdio, vídeos e dvds. Um livro de fã para fã que foi sucesso nos EUA e Europa e agora é lançado no Brasil. Esta é a primeira vez que um livro sobre a banda é publicado no Brasil. For those about to rock!

Sobre a autora:
Susan Masino trabalhou como jornalista especializada em rock durante 29 anos e é autora de Famous Wiscosin Musicians e de Rock ´N´ Roll Fantasy: My Life and Times With AC/DC, Van Halen and Kiss. Publicou seu próprio jornal de música, Rock Central, por seis anos e escreveu para o Wi Music News uma coluna mensal. Criou um programa de rádio para a WJJO, de Madison, Wisconsin, que produziu e apresentou de 1997 a 2004. Susan também aparece no DVD Van Halen: The Early Years.


Livro: A história da banda AC/DC – Let there be rock
Autora: Susan Masino
Páginas: 256
Preço: R$ 39,90
Editora: Companhia Editora Nacional


------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------




Os Beatles são assunto inesgotável. Centenas de livros, artigos e matérias já foram publicados sobre eles. Can’t Buy Me Love, mais recente lançamento da editora Larousse do Brasil, é um livro sobre os Beatles, a Grã-Bretanha e os Estados Unidos nos vinte e cinco anos que se seguiram ao fim da Segunda Guerra Mundial.






CAN’T BUY ME LOVE

Os Beatles, a Grã-Bretanha e os Estados Unidos


Livro entrelaça biografia, história cultural e crítica musical




Fruto de quase vinte anos de pesquisa, o autor Jonathan Gould situa o Fab Four no amplo e tumultuado panorama de seu tempo e espaço e enraíza a história da banda no contexto social que envolveu tanto a ascensão quanto a sua dissolução.


Tomando como ponto de partida a adolescência dos Beatles em Liverpool, Gould descreve as influências seminais – de Elvis Presley e Chuck Berry a The Goon Show e Alice no país das maravilhas – que os moldaram como indivíduos e como banda. Além de analisar a evolução como cantores, compositores e músicos, o autor destaca os avanços na tecnologia de gravação que tornou o som possível e singular, além das evoluções na televisão e no rádio que imprimiram força explosiva ao sucesso da banda.


Músico profissional, Gould evoca com sensibilidade o apelo atemporal da colaboração Lennon-McCartney e sua emergência como uma das mais criativas e significativas duplas de compositores da história. E lança novas luzes sobre a importância de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band como primeiro álbum conceitual do rock, algo expresso desde a memorável capa do disco.


Gould desvenda ainda os papéis centrais exercidos nos bastidores pelo empresário Brian Epstein e pelo produtor George Martin, além de creditar a influência exercida na música dos Beatles por contemporâneos como Bob Dylan, Brian Wilson e Ravi Shankar, acompanhando a escalada gradual das rivalidades internas que levaram à separação da banda depois do lançamento de sua última obra-prima, Abbey Road.


Mais significativamente, ao resenhar o impacto revolucionário do grupo sobre a cultura popular na década de 1960, Can’t Buy Me Love joga luz sobre os Beatles como fenômeno carismático de proporções internacionais, cuja energia perene e influência sem precedentes derivam das mudanças nos rumos do destino que transformaram a relação entre a Grã-Bretanha e os Estados Unidos nas décadas que se seguiram à Segunda Guerra Mundial.


Dos beats dos Estados Unidos e dos Angry Young Men da Inglaterra às sombras do Caso Profumo e do assassinato de John Kennedy, Gould captura os desdobramentos de uma era que tornou os Beatles possíveis – e até necessários.



Sobre o autor: Escritor e ex-músico profissional, Jonathan Gould estudou com o eminente baterista de jazz Alan Dawson e trabalhou por muitos anos com bandas e estúdios de gravação. Além de escrever e tocar, Gould formou uma família, atou como político e desempenhou papel ativo na vida da comunidade no interior do estado de Nova York, onde vive há vinte e cinco anos.



Can’t buy me love
Autor: Jonathan Gould
Págs: 752
Tradução: Candombá
Preço: R$ 99,00
Editora Larousse


quarta-feira, 26 de maio de 2010

A cópia merece aplausos?


A cópia merece aplausos? ~




Com as constantes comparações aqui na comunidade decidi criar um tópico para debater o assunto "A cópia merece aplausos?". Christina Aguilera prestes a lançar o clipe de seu novo single "Not Myself Tonight" vazou fotos e trechos, com isso surgiram várias comparações com Lady GaGa, "as roupas são iguais", "Lady GaGa criou o Universo", "Lady GaGa que criou essa posição", mas será que Lady GaGa é tão original em tudo assim?

As comparações começaram no VMA 2008 em que Christina apareceu com um visual bem parecido com o de Lady GaGa!






Mas a roupa de latex não foi a Lady GaGa quem criou? O que a Britney está fazendo ai usando roupas de latex antes????
Mas a GaGa foi a primeira a usar cabelos longos com franja! Isso tenho certeza!
Conheçam Cher!









Cher é uma cantora, atriz, apresentadora, dançarina, produtora cinematográfica e musical, diretora, compositora e escritora americana. Ela é vencedora de um Oscar, três Globos de Ouro, um Emmy e um Grammy por seu trabalho no cinema, na música e na televisão. É também famosa por usar roupas "exageradas" e perucas em suas turnês! Famosa por isso também ficou Bjork...








Björk Guðmundsdóttir é uma influente cantora islandesa famosa no meio da música alternativa. É aclamada pelo seu experimentalismo e reconhecida pela sua excentricidade na música e em suas roupas. Chama a si várias referências, desde a música clássica até à electrónica mais extrema, criando o que poderá ser designado por pop avant-garde.






Alguém que ficou irritada com Lady GaGa foi Grace Jones! Sobre Lady GaGa ela disse: "Ela me chamou, mas eu disse não. Eu prefiro trabalhar com alguém mais original e com alguém que não me copie inteira, na verdade" e para completar "Sabe, eu vi ela vestindo algumas coisas que eu já usei, e isso realmente me irrita".


Quem é Grace Jones?




Grace Jones assinou um contrato com a Island Records em 1977, o que resultou num estouro de hits Disco e Dance, e um enorme resposta positiva do público gay. Inclusive um dos três álbuns Disco que ela gravou chama-se Fame (1978), os seus álbuns geraram grande sucesso no mercado da época.



Será?


Hã?

Mas a GaGa foi a primeira a pintar a cara, usar óculos esquisito na capa do álbum e a usar cristais no corpo, certo? Errado.


Bjork, Lady GaGa e Kylie.



A capa do álbum The Fame de Lady GaGa e a capa do álbum In My Arms da Kylie.



Lady GaGa no seu clipe Lovegame e Britney Spears em Toxic.




Grace, Bjork, Lady GaGa e Cher.



Lady GaGa, Lily Allen e Kylie.



Quem é essa Kylie?





Kylie Ann Minogue mais conhecida como Kylie Minogue, é uma cantora, compositora e atriz australiana. Começou atuando na TV australiana em 1980, onde recebeu um convite para cantar uma música, "The Locomotion", que se tornou um sucesso enorme, lançando sua carreira de enorme sucesso como cantora.



Kylie e sua calça futurística.

Já sei!



Lady GaGa e Madonna. O capuz foi a Lady GaGa quem criou!


Grace J., Lady GaGa e Kylie.




Roupa de Gareth Pugh e Lady GaGa.




Lady GaGa e Britney Spears.





Ainda acham que Lady GaGa criou o universo? :3




E vocês acham que a cópia merece aplausos?
Nada se cria tudo se copia?
obs: Me desculpem se tiver algum erro de português, fui rápida.






TÓPICO DA COMUNIDADE Britney Spears Zone, ESCRITO POR Jéssica ツ .
CRIADO POR Deigles Luan.